Marcus Paulo Tavares

Diretor e ator, formado pelo Indac Escola de Atores (1998). Foi professor de Interpretação do Indac, nos Cursos Paralelos, de 2001 a 2011.  Desde 2007, é o Professor de Montagem do Primeiro Semestre do Curso Profissionalizante onde orienta o processo de criação coletiva de personagens  e como dramaturgista desenvolve as idéias e textos propostos pelos alunos.

Entre alguns trabalhos que dirigiu no Indac estão “Por um breve momento”, “Do que falamos no silêncio”, “Perfeitos estranhos”, “O lado oculto da lua”, “O resto é silêncio”, “Como sobreviver ao fim do mundo”, “Pequenos milagres”, “Por uma vida menos ordinária”, “Antes do fim”, ” Coisas insignificantes”, “O lado escuro da lua”, “Enquanto o apocalipse não chega”, “Coisas frágeis”, “Sentido da vida”, “O princípio da incerteza”, “Interlúdios”, “Contração ou a arte de viver em outro planeta”, “Como aprender a voar”, “No coração da tempestade”, “Pessoas invisíveis”, “Camila Becker”, “Tio Vânia”,”Três irmãs”, “Casa de Bernanda Alba”, entre outras…

Como ator, seus principais espetáculos são: “Terror e Misérias do III Reich”, de Bertolt Brecht (1996), “Médico à força“ , de Moliere (1998), “Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchecov (2000);

Dirigiu “Cortes”, de Rodolfo Araújo(2008) e “Tryst”, de Cláudia Maria de Vasconcelos (2011) com a companhia Teatro do Silêncio.

Marcos Suchara

É ator, diretor e professor de teatro. Como ator, atuou ao lado de grandes atores do teatro brasileiro, entre eles Paulo Autran, Cleyde Yáconis, Stênio Garcia, Antonio Fagundes e Paulo Goulart. Com a diretora Mika Lins, atuou nos espetáculos Dueto para Um e A Tartaruga de Darwin. Com Renata Melo, atuou em Passatempo. Trabalhou com os diretores de teatro Ulysses Cruz e Ron Daniels em diversas montagens de Shakespeare, como Hamlet, Rei Lear, Macbeth, Péricles e Medida por Medida. Foi intérprete na Borelli Cia. de Dança nos espetáculos Jardim de Tântalo, A Metamorfose, O Processo, Gárgulas e Kasulo. Na TV Globo, atuou na minissérie Mad Maria, na novela Velho Chico e em diversas séries como O Caçador, A Mulher Invisível, A Lei e o Crime, entre outras. Na TV Cultura, fez Terra Dois, com direção de Mika Lins.  Atualmente está em turnê com o espetáculo infantil A Princesinha Medrosa – teatro e acessibilidade, com direção de Kiko Marques. É fundador e diretor do grupo Tao Kaos.

Marcos Suchara estudou teatro com Antunes filho e Myrian Muniz; e dança moderna com Patrícia Noronha. Participou de oficinas e workshops com diversos mestres do teatro e da dança, como Yoshi Oida, Renata Melo, Key & Zeta Cia. de dança; e técnicas de View Points e Suzuki com o grupo de teatro O Povo em Pé. No Indac é professor há 15 anos, nas disciplinas de Expressão Corporal e em Montagem Teatral além de dirigir em vários cursos é o professor responsável pela montagem de S3.

Luiz Eduardo Frin

É ator, formado pelo Indac Escola de Atores, cantor lírico, professor de teatro e de Tai Chi Chuan, mestre e doutor em Artes Cênicas pela Unesp (Universidade Estadual Paulista ‘Julio Mesquita Filho’), autor e diretor teatral. Como ator, atuou nos espetáculos O Fingidor (2013), escrito e dirigido por Samir Yazbek; Don Juan (2007), de Molière, direção de Roberto Lage; entre outros. Foi dirigido também por Mario Bortolotto, Marco Antônio Pâmio, Zé Henrique de Paula, Francisco Gomes e Marco Antônio Braz. Escreveu e dirigiu o espetáculo Eu, Machado e assinou a direção de outras peças, como A Memória dos Meninos, de Lucianno Maza; e A Vida é Sonho, de Calderón de La Barca. Entre 2007 e 2009, trabalhou com Celso Frateschi e Roberto Lage como assistente de direção nos espetáculos Estação Paraíso, e O Vento que Vem. Dirigiu as óperas Carmen, de G. Bizet; e Candide, de L. Bernstein, com a Orquestra Sinfônica da USP (Universidade de São Paulo), regida por Ricardo Bologna e apresentadas na Sala São Paulo. No Teatro Municipal de São Paulo, atuou como cantor e diretor cênico da ópera La Barca Di Venetia per Padova, de Adriano Banchiere, regência de Naomi Munakata, fazendo assistência de direção na remontagem da ópera O Chapéu de Palha de Florença, com regência de Jamil Maluf. É professor do Curso Profissionalizante do Indac desde 2002, nas disciplinas de Montagem, Interpretação, Estética e História do Teatro.

Francisco Gomes

É ator, diretor e professor de teatro. No Indac, é o professor de Montagem IV.

Em breve mais informações.

Renato Andrade

É roteirista, dramaturgo e diretor teatral, graduado em Comunicação Social pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e formado pelo Indac Escola de Atores. Redator, concluiu o curso de Roteiro para Cinema da Faculdade Cásper Líbero e participou de oficinas de dramaturgia com profissionais como Flávio Porto, Aristides Vargas e Luís Alberto de Abreu. Em 2015, concluiu o curso de Roteiro para TV da Academia Internacional de Cinema (AIC). Desde 2005, já dirigiu 13 espetáculos teatrais, a maioria de sua autoria, onde se destacam E se não tivesse Amor no título?, Ocupação, e Retratos e Canções, dos quais assina a dramaturgia e direção; “Os Veranistas”, de Máximo Gorki; “A Noite em que Blanche Dubois Chorou sobre minha Pobre Alma”, de Jarbas Capusso Filho; e o recente “3 Formas de Amar”, livre adaptação homônima do filme de Andrew Fleming. Além disso, dedica-se também na direção de shows musicais, entre eles o show Trágico, do cantor Rodrigo Veloso. Há 10 anos, Renato faz parte do corpo docente do Indac Escola de Atores, onde ministra aulas de Interpretação, Estética da Interpretação e Montagem Teatral.

Kiko Marques

É ator, dramaturgo e diretor teatral. Em 1988, formou-se na Escola de Teatro Martins Penna, no Rio de Janeiro, atuando em importantes produções ao lado dos diretores Moacir Goes, pela Cia de Encenação Teatral; e Moacir Chaves, com o Cite Teatro. Em 1993, mudou-se para São Paulo, onde fundou junto ao diretor Marco Antônio Braz o grupo Círculo dos Comediantes, com o qual atuou nas peças Bonitinha, mas Ordinária; O Beijo no Asfalto; e outras de autoria de Nelson Rodrigues. Como ator, trabalhou em diversos filmes, séries e programas de TV como Carandiru, de Hector Babenco; Cidade de Deus, de Fernando Meirelles, A Grande Família (TV Globo), direção de Daniel Filho; Psi (HBO), e muitos outros. Entre as inúmeras produções teatrais em que atuou como ator estão Ricardo III, de William Shakespeare, direção de Jô Soares; A Alma Boa de Setsuan, de Bertold Brecht, direção de Marco Antônio Braz; Os Vivos e os Mortos, de sua autoria, direção de Francisco Gomes. Em 2003, fundou a Velha Companhia, onde atua, escreve e dirige os espetáculos, entre eles Cais ou Da Indiferença das Embarcações, por essa peça ganhou o prêmio Shell de melhor autor e o APCA de melhor dramaturgo em 2013; e Sínthia, com a qual ganhou o prêmio APCA de melhor diretor em 2016. Em 2017, dirigiu o espetáculo A Princesinha Medrosa, destinado ao público infantil. Kiko atua no Indac como professor há 23 anos, ministrando aulas de Expressão vocal e Montagem.