Chris Aizner

Chris Aizner é um dos cenógrafos e figurinistas mais atuantes no cenário teatral e lírico, realizou trabalhos ao lado de diretores como Jô Soares, Antonio Araújo, Daniel Filho, Cacá de Carvalho, Antunes Filho, Leonardo Moreira, José Possi Neto, Kiko Marques, Antonio Nóbrega, Maucir Campanholi, Maria Thaís, Alonso Barros, Roberto Lage, entre outros. Já são mais de uma centena de produções realizadas, que tiveram vários prêmios e indicações de cenário e figurino, destacando-se entre eles os Prêmios Shell, APCA, Femsa e Bibi Ferreira.

Entre seus trabalhos com ópera destacam-se os cenários e figurinos da estréia mundial de “Ça-Ira” composta por Roger Walters, fundador da banda Pink Floyd e da ópera “Lady Macbeth of Mitzensk”, ambos para o Festival Amazonas de Ópera; também destacam-se “Orfeu e Eurídice” ópera produzida pelo Theatro Municipalde São Paulo que inaugurou a Praça das Artes, e os cenários da ópera “Mefistófeles” para o Theatro da Paz em Belém do Pará. Em 2018 vai assinar o cenário de “Estação Villa Lobos” produção do Theatro Municipal de São Paulo.

Seus mais recentes trabalhos em teatro: “Sínthia” e “Cais ou da Indiferença das Embarcações” – direções de Kiko Marques; “Wiosna” para o Teatrstudio de Varsóvia/Pôlonia com direção de Leonardo Medeiros; “A Noite de 16 de janeiro” direção de Jô Soares e “Odisséia” para a companhia Hiato, espetáculo que estreou em Atenas/Grécia.

No Indac é professor no Curso Profissionalizante há 15 anos, de Figurinos e Caracterização e também Maquiagem.

 

 

Eloísa Elena Costa

É atriz formada pelo INDAC em 1998. Em 2006 entrou no CPT dirigido por Antunes Filho como atriz, lá aprofundou sua formação e participou do desenvolvimento de projetos como “Prêt-à-Porter” e a peça “A Falecida Vapt-Vupt” peça dirigida por Antunes Filho na qual estreou como atriz em 2009. Fez diversos cursos na área como o de Maquiagem no Senac em 1990, e Curso de Máscaras da Comédia dell’arte com Andreas Simma em 2012.  Entre seus trabalhos como atriz destaca-se a montagem de “Jardim das Cerejeiras” de Anton Tchecov, que estreou em 2000 com direção de Maucir Campanholi. Entre 1998 e 2000 foi professora de teatro para crianças e adolescentes num projeto que unia a ACM e a Prefeitura de SP. Em 2010 juntou-se ao grupo que coordena a escola e a partir de 2011 assumiu também as aulas de maquiagem nos Cursos Livres, função que vem exercendo desde então. Hoje atua na administração e coordenação das atividades da secretaria da escola e na equipe de coordenação dos Cursos Profissionalizante e Livres